Questões de foro.

Somos julgadores. Assim somos você, eu, uma multidão! Julgamos quando determinamos que o assunto a processar diz respeito à nossa consciência! Julgamos tudo aquilo que consideramos como certo ou errado, na nossa perspectiva. Alguns julgam interiormente, mas muitos demostram o que deveriam apenas pensar ! Neste quesito, se tornam aos olhos do outro, especialistas naquilo que precisava ser observado, neles mesmos… A prerrogativa é deles! Deveriam mostrar ao outro que ele também falha, muitas vezes em questões bem maiores. Você conhece alguém assim? Eu, em minha jornada de aconselhamento, conheço vários e sei que isto gera um mal estar enorme, um abismo imensurável nas relações.
Determinei para mim que minhas observações e julgamento não devem alcançar o outro, a não ser quando pedido. Por profissão, o senso de análise foi um instrumento de trabalho imprescindível e, treinada nele, a cada dia desejo silenciar o que analiso. Dificilmente erro no julgamento que faço e, por esta razão, como treino elejo alguém para manifestar o que sinto, porque discernimento é algo que não podemos desprezar. No futuro terei quem me mostre que a análise feita estava correta ou não… Por uma questão de paz, optei por silenciar o que aprendi! As pessoas não estão preparadas para ouvirem determinadas verdades e nem gostam!
Foro íntimo é a palavra, para não nos desgastarmos na vida e nas vivências. Saber mesclar as possibilidades é assertivo. Somente assim não incorreremos nos erros. Perceba no íntimo, silencie o pensado e viva em harmonia, com todos aqueles que se acham prontos, para julgar devida ou indevidamente!
Regina.
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