Os bons costumes.

Não vos enganeis; as más companhias corrompem os bons costumes. 1 Corintios 15:33

Fazer amigos é a tônica de toda a nossa existência. Não temos muitos que caibam na ampla explanação da palavra. Gostaríamos, sobretudo, que todos os que cultivamos pensassem exato como pensamos, mas aí a vida ficaria sem graça e seríamos uniformes demais! A diversidade de pensamentos nos enriquece e fortalece! As amizades que temos nos influenciam de acordo com aquilo que nos rege. Isto traz dois aspectos a serem observados a cerca do versículo acima! Se temos bom senso a opinião pouco abalizada do outro bate e volta, porém, se o senso falta a corrupção acha pouso!

Bom será, se a nossa participação junto ao outro lhe acrescente bênçãos, pois esta é a nossa missão: ser luz entre os não cristãos e até mesmo acrescentar àqueles que são.

Corromper os bons costumes é o mesmo que se deixar levar, por atitudes erradas ou aceitar do outro a contaminação por todo vento de doutrina que lhes é apresentada. Quando o nosso coração encontra paz no que nos foi transmitido em casa, em amor ou quando a Verdade que liberta nos alcança, nada muda o que nos foi ensinado. O ensino de nossos pais e o que nos é ensinado na Palavra de Deus permanecem! Se permitirmos e aceitarmos  o que tentam nos trazer de novo, em buscas daquilo que não tem profundidade na paz que excede a todo entendimento, é porque não entendemos os princípios de casa e da Palavra! Teremos, assim, desvirtuado os nossos hábitos saudáveis e confiáveis, encontrando a devassidão.

Ter um coração bem firmado no “berço” em que fomos criados e em nossas crenças arraigadas traz  crescimento, bastando para que não sejamos enganados.

Regina.

Leiria, 30 de junho de 2019.

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