Sensatez favorável!

Quando um filho se casa, esperamos que seja feliz, para sempre! Oramos e torcemo para que unido ao parceiro, seja feliz e portador de sentimentos recíprocos e eternos, com a eleita de seu coração! Na eternidade deste amor que os cuidados diários, o cultivar e a conquista, estejam alicerçado no “Cordão de três dobras” que não se quebra e os sustentará!

Sabemos que vida a dois é cheia de novidades e a adaptação precisa ser feita, em razão das diferenças advindas de velhos costumes adquiridos e relativados à aprendizagem dentro de cada família. Necessário se faz, incorporar e acrescer valores. Este ajuste na adaptação dependerá de uma palavra:“ceder”! E, abrir mão de velhos hábitos custa demais!

Quando um filho se casa, é evidente que se una à eleita , deixando na casa onde nasceu aqueles que o trouxeram à vida. Isto significa uma ruptura? Jamais! Significa estabelecer limites e convivência pacífica; pois casar,  não significa descartar! Terrível coisa é quando a relação se apoia no estigma do “irque de sogra“… Insensato é quem se apoia e age assim, sem dar oportunidade ao encontro e a criação de um bom relacionamento! É claro que existe todo tipo de sogras e noras – as companheiras, solidárias e que não invadem, amigas e que acrescentam à vida novos paradigmas que são bem-vindos; como há aquelas intolerantes, cheias de mágoa, que interferem, invadindo, se  esquecendo que o filho se casou ou que se casou, com o filho e se tornam imperativas, sofrendo da “síndrome de poder”! Acontece, sempre e pode ser calmaria ou guerra; triste assim!

Um conselho, para quem vai se casar: Terrível coisa é, se opor à mãe da pessoa que você escolheu  para parceria, na vida! Não existe correlação entre o amor dedicado aos pais e aquele dedicado à esposa ou ou marido. São amores distintos e eternos! Tolo e sem sabedoria é aquele que tenta destruir este laço sagrado existente entre pais e filhos! Há que se contornar situações, fazer tentativas, persistir na convivência. Um dia, a história se repetirá! Enquanto casal seremos sogros de alguém. Se tivermos filhas teremos um pouco mais de entrada nos lares das mesmas, mas ai daquelas que tiverem filhos! Na internet tem rodado uma frase que nos faz refletir: “Livre arbítrio  é o direito que temos de plantar o que quisermos; justiça é colher o que plantamos!” Maneira de se parafrasear a máxima Bíblica: “Não vos enganeis; de Deus não se zomba; aquilo que plantarmos, será aquilo que colheremos”! Portanto, pense bem, porque melhor é agregar do que distanciar! De maneira bem clichê, “crie pontes e não muros”!

Regina.

Belo Horizonte, 27 de setembro de 2018.

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Regina Celi de Santana é educadora, com especialização na área de Educação infantil, com mais de 40 anos de experiência. Autodidata, mãe de três filhos e vovó orgulhosa de seus quatro netinhos: Gabriel, Kauã, Mateus e Joy!! Após se aposentar se tornou uma culinarista e é proprietária da "Cia Sabor e Arte", em Belo Horizonte, capital das Minas Gerais.

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